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-Sabe, eu vejo que eu nunca sofri por amor, com as outras, desde quando sofri com a primeira menina que gostei mesmo e me deu um chute, eu vejo que hoje, talvez eu tenha chego perto de você, chego perto da menina pela qual realmente senti o tal amor, o tal do cego, por me fazer ser o que eu não era em questão a tudo, e sinto que se não for contigo, não vai ser com ninguém
nunca pensei em me matar… nunca sai da minha cidade pra ficar o dia todo com uma menina, beijando, abraçando, sorrindo, me divertindo de verdade, de uma forma de coração, tudo com você foi único, foi novo pra mim, chorar, digo que já foi clichê…mas sei lá… meu peito dói demais… entendo o porque do coração ser simbolo do amor..seria entregar a vida literalmente
e pra você, daria minha vida, me entregaria por inteiro, sem medir esforços…pois faço o que faço por sua causa.
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– (via sundaybloody-sunday)
Há muito tempo eu não perdia uma noite por causa de alguém. Talvez tenha sido a pior noite da minha vida depois que te conheci. Engraçado, porque todas às noites eu vou dormir com você na cabeça, mas dessa vez foi diferente. Foi diferente porque ontem eu não senti saudade como o de costume, era só tristeza mesmo. O que eu sentia era uma imensa vontade de por um ponto final nessa nossa história sem começo. Mas, ao mesmo tempo eu queria acreditar que você era diferente, porque eu sempre tive esperança em você, sempre achei que você iria me fazer ver o mundo com outros olhos. Fiquei durante muito tempo pensando numa maneira certa de agir, foi aí que decidi esquecer essa porra de quase-amor que eu sinto por você. E era isso que mais doía, o quase-amor, porque no fundo eu queria que fosse amor. Mesmo assim, insisti em colocar um ponto final. Jurei pra mim mesmo que ontem à noite seria última vez que eu iria olhar suas fotos e ouvir a nossa música, apaguei suas mensagens, exclui suas fotos, joguei fora tudo que me lembrava você. Bateu o desespero e chorei igual uma pré-adolescente quando leva seu primeiro fora. Chorei até dormir e acordei lembrando que havia sonhado com você. Agora nem dormir em paz eu posso mais, ver você se tornou uma questão de fechar os olhos. Não chorei mais, em compensação quebrei meu juramento assim que saí da cama, fui correndo ver suas fotos e jurei de novo que seria a última vez. Fiquei triste o dia inteiro, aí você me procura, inevitável, acabei sorrindo ao ver você falando comigo. Droga, você também não me ajuda. Queria tanto ficar bem sem você, sem falar, sem contato, mas ao mesmo tempo quase morro quando você não me conta como foi seu dia. Já basta essa distância insuportável e ficar um dia sem ter noticias suas acaba comigo. Mas, decidi que preciso te esquecer. Só que eu acabo lembrando, de como você é lindo quando ta comigo, do seu sorriso, dos seus olhos fixados nos meus, das suas mãos nervosas no meu corpo, de como é bom dormir com você e sentir sua boca na minha enquanto a gente “tenta” dormir. Talvez essa é a parte que mais me dói, ter que esquecer tudo isso. Ou talvez, o que mais me dói é ter fantasiado a nossa relação porque você me deu espaço pra isso. Durante muito tempo eu esperei por você, mas infelizmente, eu não moro em um castelo e muito menos sou uma princesa, pra ficar procurando em você um príncipe pro meu conto de fadas. A não ser que você construa um castelo e me peça pra ficar e nunca mais desistir de você. Noite Passada, Tati Bernardi. (via sundaybloody-sunday)
Medo de perder você. Medo de te olhar e não te ver. Medo de te abraçar e não te sentir. Medo de estar com você e você não estar aqui. Medo de que nossos sonhos em parceria se tornem apenas lembranças distantes. Medo de que todo seu amor vire um pequeno carinho insignificante. Medo de que nossa amizade vire uma loucura de jovens sem noção das coisas da vida. Medo de que saia de mim aos pouquinhos. Medo de que o meu pedido para que você fique seja insuficiente. Medo de chorar e você não estar mais aqui para secar minhas lágrimas. Eu tenho medo… Medo de que você decida que eu não sou mais o que um dia já fui. Medo de te ver com pessoas ocupando um lugar que já foi meu. Beatriz Fagundes  (via thereis-noreas0n)


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